Parecer da Fne sobre a proposta de reforma curricular apresentada pelo MEC:
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O Decreto-Lei 50/2011 introduz a nova matriz curricular no ensino secundário, elimina a área de projeto e introduz a disciplina de Formação Cívica no 10º ano.
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Foi publicada mais uma recomendação do Conselho Nacional da Educação. Desta vez é sobre a literacia mediática.
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O MEC divulgou a Proposta de Reforma Curricular para o básico e o secundário.
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Via blogue Adduo:
Foram publicados os Despachos n.º 16701/2011 e 16731-A/2011 noDiário da República do dia 12 de dezembro e que constituiem respetivamente a comissão de avaliação e certificação prévia à adopção dos manuais escolares da área curricular disciplinar/disciplinas de Língua Estrangeira I e II (Francês) do 7.º ano de escolaridade do 3.º ciclo do ensino básico e a comissão de avaliação e certificação prévia à adopção dos manuais escolares da área curricular disciplinar/disciplinas de Língua Estrangeira I e II (Espanhol) dos 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade do 3.º ciclo do ensino básico.
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O despacho 16794/2011 designa os peritos para integrarem as equipas de avaliação externa das escolas.
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Via blogue Adduo, toda a legislação sobre certificação de manuais escolares.
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Foi publicado o Estatuto do Aluno dos Açores. Prevê multas aos pais para sancionar indisciplina e absentismo.
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Quem foi Ayn Rand?
De origem judia, nasceu na Rússia em 1905. Morreu em Nova Iorque em 1982. O pai era farmacêutico e a mãe, professora. Estudou filosofia e história na Universidade de Petrogrado. Exilou-se nos EUA. Viveu os primeiros tempos em Los Angeles onde trabalhou para a indústria do cinema e fez trabalhos de secretariado.
Tornou-se escritora profissional. É autora de duas dezenas de livros de filosofia, política e ética:
Atlas Shrugged; The Fountainhead; The Virtue os Selfishness; Anthem; Philosophy: Who Needs It?.
Fundou a ética objetivista. Os factos e os fenómenos existem fora da consciência e podem ser captados e entendidos pela razão. A razão é o único meio que os humanos têm para adquirir conhecimentos. Os únicos conhecimentos válidos são os que são adquiridos pelo uso da razão. A fé, as crenças, os sentimentos e as emoções não são meios válidos para adquirir conhecimentos.
Os humanos são seres dotados de vontade consciente e capazes de livres arbítrio. A liberdade que cada um tem de decidir o que é melhor para si é um direito inalienável que nenhum estado, nenhuma tribo ou comunidade deve violar.
Cada um deve eleger livremente os seus fins e escolher os meios adequados para atingir a felicidade. E deve fazê-lo não para se sacrificar pelos outros, ajudar os outros ou porque se preocupa com os outros mas porque a procura do caminho para atingir a realização pessoal tem de ser feita em liberdade e sem pressões, controlos e condicionamentos.
O objetivismo baseia-se no livre arbítrio individual e recusa todas as espécies de determinismo histórico ou epistemológico.
Só existe uma fonte de valores: a razão. A tese kantiana da razão universal é falsa. Só existe razão individual. Casa ser humano faz um uso peculiar da razão e esse exercício é tanto mais válido quanto estiver afastado das crenças e emoções.
Cada um de nós nasceu com uma pulsão biológica para a sobrevivência mas a única forma adequada de viver é usando a razão de forma livre.
A finalidade culminante dos humanos é a felicidade. Não existe felicidade coletiva ou comunitária. A felicidade só pode ser individual. Os valores éticos cimeiros são a razão e a autoestima. Cada um deve trabalhar para o seu próprio interesse, usando a razão para escolher os melhores fins e os meios adequados.
O altruísmo é uma forma de escravatura moral que, em todo o caso, conduz à perda de liberdade individual.
Ninguém tem - nem o Estado - o direito de usar a força para retirar aos outros o produto do seu trabalho, criação e inteligência. Abrir exceções a este princípio, com o argumento de que é preciso retirar aos ricos para distribuir pelos pobres, é escancarar as portas da ditadura e do desastre económico. O resultado é este: os que criam riqueza são pressionados para deixar de criar. É a célebre teoria da greve dos criadores de riqueza como protesto contra o confisco que o Estado lhes faz. As elevadas taxas de desemprego resultam da greve dos criadores de riqueza que, por sua vez, respondem ao esbulho e confisco pelo Estado parando de criar riqueza. Como qualquer pessoa sem preconceitos pode ver, é isso que acontece em Portugal e na União Europeia desde o princípio da década passada.
A força física só pode ser usada em autodefesa. O Estado só a pode usar contra os criminosos e unicamente com o objetivo de evitar a consumação de um crime.
A economia e os negócios devem resultar do mútuo e livre entendimento entre duas partes que procuram, cada um, o seu próprio benefício. O Estado não deve fazer leis que regulem as actividades económicas porque isso distorce os mercados, limita a livre concorrência, cria mercados protegidos e, no final, conduz à perda da liberdade.
A educação deve centrar-se no conhecimento dos factos e dos fenómenos. Um Estado educador é um instrumento de escravatura intelectual. É um meio para a aceitação da ditadura.
A teoria ética de Rand pode ser visitada no livro The Virtue of Selfishness. Rand opõe a ética do altruísmo, uma ética que convida à subordinação e à dependência, a uma ética do auto-interesse, que conduz à auto-realização:
Indivíduos livres e dotados de razão saberão usar o seu tempo, energia, capacidades e recursos da maneira que melhor serve os seus interesses e vocações e fá-lo-ão interagindo livremente e estabelecendo contratos com mútuo consentimento para o bem das duas partes.
Para uma revisão mais profunda do pensamento político e ético de Ayn Rand aconselho o artigo na Internet Encyclopedia of Philosophy
Para saber mais
Ayn Rand Institute
Ayn Rand Quotations
Ayn Rand Society
De origem judia, nasceu na Rússia em 1905. Morreu em Nova Iorque em 1982. O pai era farmacêutico e a mãe, professora. Estudou filosofia e história na Universidade de Petrogrado. Exilou-se nos EUA. Viveu os primeiros tempos em Los Angeles onde trabalhou para a indústria do cinema e fez trabalhos de secretariado.
Tornou-se escritora profissional. É autora de duas dezenas de livros de filosofia, política e ética:
Atlas Shrugged; The Fountainhead; The Virtue os Selfishness; Anthem; Philosophy: Who Needs It?.
Fundou a ética objetivista. Os factos e os fenómenos existem fora da consciência e podem ser captados e entendidos pela razão. A razão é o único meio que os humanos têm para adquirir conhecimentos. Os únicos conhecimentos válidos são os que são adquiridos pelo uso da razão. A fé, as crenças, os sentimentos e as emoções não são meios válidos para adquirir conhecimentos.
Os humanos são seres dotados de vontade consciente e capazes de livres arbítrio. A liberdade que cada um tem de decidir o que é melhor para si é um direito inalienável que nenhum estado, nenhuma tribo ou comunidade deve violar.
Cada um deve eleger livremente os seus fins e escolher os meios adequados para atingir a felicidade. E deve fazê-lo não para se sacrificar pelos outros, ajudar os outros ou porque se preocupa com os outros mas porque a procura do caminho para atingir a realização pessoal tem de ser feita em liberdade e sem pressões, controlos e condicionamentos.
O objetivismo baseia-se no livre arbítrio individual e recusa todas as espécies de determinismo histórico ou epistemológico.
Só existe uma fonte de valores: a razão. A tese kantiana da razão universal é falsa. Só existe razão individual. Casa ser humano faz um uso peculiar da razão e esse exercício é tanto mais válido quanto estiver afastado das crenças e emoções.
Cada um de nós nasceu com uma pulsão biológica para a sobrevivência mas a única forma adequada de viver é usando a razão de forma livre.
A finalidade culminante dos humanos é a felicidade. Não existe felicidade coletiva ou comunitária. A felicidade só pode ser individual. Os valores éticos cimeiros são a razão e a autoestima. Cada um deve trabalhar para o seu próprio interesse, usando a razão para escolher os melhores fins e os meios adequados.
O altruísmo é uma forma de escravatura moral que, em todo o caso, conduz à perda de liberdade individual.
Ninguém tem - nem o Estado - o direito de usar a força para retirar aos outros o produto do seu trabalho, criação e inteligência. Abrir exceções a este princípio, com o argumento de que é preciso retirar aos ricos para distribuir pelos pobres, é escancarar as portas da ditadura e do desastre económico. O resultado é este: os que criam riqueza são pressionados para deixar de criar. É a célebre teoria da greve dos criadores de riqueza como protesto contra o confisco que o Estado lhes faz. As elevadas taxas de desemprego resultam da greve dos criadores de riqueza que, por sua vez, respondem ao esbulho e confisco pelo Estado parando de criar riqueza. Como qualquer pessoa sem preconceitos pode ver, é isso que acontece em Portugal e na União Europeia desde o princípio da década passada.
A força física só pode ser usada em autodefesa. O Estado só a pode usar contra os criminosos e unicamente com o objetivo de evitar a consumação de um crime.
A economia e os negócios devem resultar do mútuo e livre entendimento entre duas partes que procuram, cada um, o seu próprio benefício. O Estado não deve fazer leis que regulem as actividades económicas porque isso distorce os mercados, limita a livre concorrência, cria mercados protegidos e, no final, conduz à perda da liberdade.
A educação deve centrar-se no conhecimento dos factos e dos fenómenos. Um Estado educador é um instrumento de escravatura intelectual. É um meio para a aceitação da ditadura.
A teoria ética de Rand pode ser visitada no livro The Virtue of Selfishness. Rand opõe a ética do altruísmo, uma ética que convida à subordinação e à dependência, a uma ética do auto-interesse, que conduz à auto-realização:
Self interest rightly understood, according to Rand, is to see oneself as an end in oneself. That is to say that one’s own life and happiness are one’s highest values, and that one does not exist as a servant or slave to the interests of others. Nor do others exist as servants or slaves to one’s own interests. Each person’s own life and happiness is his ultimate end. Self interest rightly understood also entails self-responsibility: one’s life is one’s own, and so is the responsibility for sustaining and enhancing it. It is up to each of us to determine what values our lives require, how best to achieve those values, and to act to achieve those values. Fonte: Internet Encyclopedia of PhilosophyA ética de Rand insere-se na teoria liberal clássica que defende um estado pequeno e limitado e o direito inalienável do indivíduo a prosseguir, em liberdade os seus interesses com o mínimo de intervenção possível do Estado.
Indivíduos livres e dotados de razão saberão usar o seu tempo, energia, capacidades e recursos da maneira que melhor serve os seus interesses e vocações e fá-lo-ão interagindo livremente e estabelecendo contratos com mútuo consentimento para o bem das duas partes.
Para uma revisão mais profunda do pensamento político e ético de Ayn Rand aconselho o artigo na Internet Encyclopedia of Philosophy
Para saber mais
Ayn Rand Institute
Ayn Rand Quotations
Ayn Rand Society
Foi aprovada a nova Lei Orgânica do MEC. O blogue Adduo disponibiliza mais informação sobre o assunto.
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Foi publicado o Despacho Normativo 14/2011 de 18 de novembro que adapta os mecanismos legais dispersos sobre as provas finais de forma a uniformizar a linguagem referente às provas finais previstas para conclusão dos 2º e 3º ciclos do ensino básico.
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A IGE publicou a agenda de contactos para efeitos de avaliação externa das escolas.
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A IGE publicou a agenda de trabalhos das equipas de avaliação externa durante as visitas aos agrupamentos.
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A IGE publicou a metodologia de avaliação externa das escolas.
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A IGE publicou a escala de avaliação externa das escolas com as menções de excelente, muito bom, bom, suficiente e insuficiente.
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